16.11.09

there's no title for this

i want to push this beyond a peaceful protest diz:
*diz.me uma coisa, achas q ha algo q eu acredite mesmo? no mundo?
Cláudio diz:
*no amor
i want to push this beyond a peaceful protest diz:
*tas a falar a serio?
*eq eu tava a falar a serio
Cláudio diz:
*lol
*nao vejo mais nada
*tipo tu interessas-te por bue cenas
*mas acabas por rejeitar
i want to push this beyond a peaceful protest diz:
*a diferença d mim para um nihilista é d eu me preocupar com o mundo? d o querer mudar e de me interessar nisso?
Cláudio diz:
*em portugues é niilista
i want to push this beyond a peaceful protest diz:
*eu sei enganei.me
Cláudio diz:
*lol
*epa tu tens a mente aberta
*nao tens medo de ouvir cenas que nao queres
*ate mesmo de estudar
*pelo que tu dizes, queres mudar o mundo no possivel porque nao gostas do que ha
*nao interessa se é ser niilista ou nao
i want to push this beyond a peaceful protest diz:
*tava so a perguntar
Cláudio diz:
*e eu tava so a responder
*lol
i want to push this beyond a peaceful protest diz:
*eu percebi e gostei de me teres rspdido a serio obgd
Cláudio diz:
*tass bem man




"Somehow it's different everyday
In some ways it never fades away
Seems like it's never gonna change
I must be dreaming"

14.11.09

apetece-me, não agora mais tarde ( tentativa forçada de extender o finado )

Ajo como louco, disassisado ou demente, não agora, sempre, mas talvez no presente com a minuciosidade de conceder algum conteúdo infrutuoso ao meu enchido de letras. Como sempre adormeço com veleidade, como se não o desejasse, ou por mais, houvesse algo que me impedisse de tal acaso em que se tornou tamanho acto natural humano.
Posto isto, apetece-me a horas estas monologar de forma incoerente, desconexa, usando assim vocábulos que nunca daria por costume em diálogos, sendo assim torno este enchido, a pouco e pouco, algo aborrecido de quem apenas quer dormir.
E paz, por favor, e paz.
Paz e, sossego e, tranquilidade. Paz, sossego, tranquilidade e quietação.
Deambulo assim numa arte militar de pouca astúcia, esquecendo-me ou desprovido de táctica alguma para derrotar esse tão deus que de facto se apresenta em todo o santo sítio, essa omnipresente figura de tal forma ubíqua e semelhante a esse retratado no sagrado livro. É tido como certo a minha total confissão de quem ou de que falo eu, mas também poderia ser tido como certo, para o atento, que não passo de monólogo, e por tal não seria sagaz de minha parte dizer-me em tons de surpresa, determinado de fulgor, a razão pela qual falo sozinho, se assim fosse, seria ainda maior a minha demência e a do outro com quem falo, sendo eu também, seria duas vezes mais demente.
E o tempo já lá vai, e eu aqui, esperando um dia, que ele pare, por parar, pare, para viver sem ele por breves momentos, para que realmente se possa viver.

i don't know what to write
i don't know how to write..
i don't know
i didn't know before, and surely
i will never know
i don't know what i want to know
and that makes me sick.

11.11.09

apetece-me ( pensamentos desconexos não fazem textos)

Sinto-me embebido pela paixão que não sinto, ou pelo amor que não tenho, nem por mim nem por outros.
Contrario a razão, não querendo viver inerte, e inerte fico sem sem caminho, fosse tudo o que sinto palavras o meu livro seria algo bizarro de construção disforme com caracteres desconhecidos de mim, e essas palavras não iriam personificar o meu sentir.
Quando escrevo estou morto, de cansaço pelo sono que não me deixa sonhar, e tudo isso pode ser razão, plausível ou indutiva, do que escrevo sem linha ou nexo, e do que escrevo que fica por dizer ou pensar, todas estas razões psicológicas que nos dizem, sim isso de facto poderá ter influência, acabando por descobrir que tudo te esmaga numa corrente de efeitos e causas que nunca listarás no complexo beco sem saída que é a mente. E de quem falo não sei eu.
Se ao menos pudesse desligar de ti, parar esta hipocrisia de quem não dorme, parar este neurótico que todos os dias se esbanje em mais um sintoma, de tudo falso, de tudo verdadeiro, se tu ao menos fosses.
Hoje contei a mim, que enquanto calcava nos devaneios de uma mente não escritora, iria chegar o momento, apetece-me dormir. Descobri que sempre me apeteceu.

10.11.09

Começo a conhecer-me. Não existo.
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram,
ou metade desse intervalo, porque também há vida ...
Sou isso, enfim ...
Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor.
Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo.
É um universo barato.
Álvaro de Campos
No, it's not a big deal, if it is something? I'm sure it is.
it's nice to be around, life is what it is, always imperfect but something to take it easy, so don't be afraid, life is too short to be afraid about what will happen next, and i, i am to random to tell you stories, so get over, relax and have moments, just moments, not the best even less the worse, just moments which you can feel everything and be ok, because it is not a big deal, it is not love or hate, it's just fucking live.
Hoje gostei das aulas, essencialmente porque hoje não pensei em consequências, passados ou futuros, e voltei a pensar no que sou, nas dores de cabeça que isso me provoca, mas na busca de algo que não entendo.
I miss the colours.

6.11.09

always next year

 
Made by Lena